Não sei como ando. Quando que eu sei alguma coisa? Sinto que não estou apegada a nada. Ou ao menos penso que os meus apegos são tão temporários que não me fazem sentir apegada. E para mim isso é tão ameaçador quanto excitante. Só me formo ano que vem, mas acho que poderia trabalhar do norte até o sul do país, do Canadá até o Japão. Me sinto livre para qualquer lugar com minhas raízes que ainda não conseguiram se fixar. E um dos meus medos é não conseguir me fixar, não ter um lugar para me sentir em casa. Mas mesmo assim a esperança é grande e a insegurança também. Sinto que estou em tempo mesmo em um mundo que não nós dá muito tempo. Tenho raiva desse mundo que nos quer pronto numa rapidez que não tenho. Tenho raiva desse mundo que não está nem aí para o meu jeito. Eu conheço um pouco melhor do meu jeito que tem que se adaptar. Eu sou mais devagar, mais atrapalhada e demando um tempo para me acostumar. Fico impressionada quanto que tem que ser bom em tudo. Tem que ser bom no falar, no escrever e principalmente no ser. Sou péssima para falar em público, sou muito melhor escrevendo. Mas mesmo escrevendo eu cometo muitos erros. Sempre escapei das aulas de gramática e sempre me importei mais com o que eu queria dizer. Sempre fui teimosa para algumas regras e jogo pedra em um mundo tão regrado. Seria mais gostoso eu ser eu com o meu bom senso. Mas mesmo teimosa eu vou aprendendo. E vou acreditando em um mundo que posso me apegar e encontrar o meu lugar.
Minhas raízes
Julho 18, 2008 por rachcitro
Não sei como ando. Quando que eu sei alguma coisa? Sinto que não estou apegada a nada. Ou ao menos penso que os meus apegos são tão temporários que não me fazem sentir apegada. E para mim isso é tão ameaçador quanto excitante. Só me formo ano que vem, mas acho que poderia trabalhar do norte até o sul do país, do Canadá até o Japão. Me sinto livre para qualquer lugar com minhas raízes que ainda não conseguiram se fixar. E um dos meus medos é não conseguir me fixar, não ter um lugar para me sentir em casa. Mas mesmo assim a esperança é grande e a insegurança também. Sinto que estou em tempo mesmo em um mundo que não nós dá muito tempo. Tenho raiva desse mundo que nos quer pronto numa rapidez que não tenho. Tenho raiva desse mundo que não está nem aí para o meu jeito. Eu conheço um pouco melhor do meu jeito que tem que se adaptar. Eu sou mais devagar, mais atrapalhada e demando um tempo para me acostumar. Fico impressionada quanto que tem que ser bom em tudo. Tem que ser bom no falar, no escrever e principalmente no ser. Sou péssima para falar em público, sou muito melhor escrevendo. Mas mesmo escrevendo eu cometo muitos erros. Sempre escapei das aulas de gramática e sempre me importei mais com o que eu queria dizer. Sempre fui teimosa para algumas regras e jogo pedra em um mundo tão regrado. Seria mais gostoso eu ser eu com o meu bom senso. Mas mesmo teimosa eu vou aprendendo. E vou acreditando em um mundo que posso me apegar e encontrar o meu lugar.
Que esse mundo mereça esta incrível moradora =]
Que os novos posts sejam bem vindos